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Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS)

É no Brasil que o Oceano Atlântico encontra sua maior costa litorânea, país com especial interesse na manutenção da paz e segurança no Atlântico Sul.

Além de áreas estratégicas relevantes – como a “Garganta Atlântica”, entre o nordeste brasileiro e a África ocidental, de grande importância para o comércio internacional; e a rota do Cabo da Boa Esperança, que conecta o Atlântico ao Oceano Índico, como alternativa ao Canal de Suez –, essa região do oceano representa um dos principais instrumentos de ligação do Brasil com o mundo.

A prioridade maior do país são suas águas jurisdicionais, área de 3,5 milhões de km² também conhecida como “Amazônia Azul”, repleta de riquezas animais e minerais – como o petróleo da camada do Pré-sal.

A Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS) foi criada pelas Nações Unidas em 1986, com o objetivo de evitar a introdução de armamentos nucleares e outros de destruição em massa na região, bem como, por meio do multilateralismo, aproveitar todo o potencial socioeconômico da área.

Além do Brasil, outros 23 países são signatários da ZOPACAS: África do Sul, Angola, Argentina, Benin, Cabo Verde, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Namíbia, Nigéria, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa, Togo e Uruguai.

Este último sediou, em janeiro de 2013, sua VII Reunião Ministerial, marcada pela presença dos ministros da defesa dos países-membros no encontro. Foi a primeira vez que essas autoridades foram chamadas à reunião da ZOPACAS desde que o foro foi criado, em 1986. 

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