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Relações internacionais

O Brasil na Unifil (Líbano)

Publicado em Sexta, 21 Março 2014 17:43 | Última atualização em Quinta, 20 Abril 2017 15:42

As Forças Armadas brasileiras estão desde 2011 no comando da missão de paz da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). A Marinha do Brasil mantém um navio e uma aeronave orgânica na costa libanesa com o objetivo de impedir a entrada de armas ilegais e contrabandos naquele país, além de contribuir para o treinamento da Marinha libanesa, de modo que a mesma possa conduzir suas atribuições de forma autônoma.

Criada pelo Conselho de Segurança (CS) em 1978, originalmente se propôs a restaurar a segurança e paz internacional, assegurar a retirada de tropas israelenses da região meridional libanesa e assistir o governo do Líbano na restauração de sua autoridade.

Após a crise de 2006 entre as Forças de Israel e o Hezbollah, além de reforçar a capacidade da missão, o CS adicionou ao mandato original as tarefas de monitorar a cessação das hostilidades, de apoiar o desdobramento das forças armadas libanesas em todo o Sul do país e estender sua assistência de modo a garantir acesso humanitário à população civil e permitir o retorno seguro e voluntário dos deslocados.

Contingente Brasileiro na UNIFIL:

1 fragata atuando como navio-capitânia (com cerca de 250 militares)
13 militares pertencentes ao Estado-Maior da FTM
3 militares pertencentes ao Estado-Maior da UNIFIL
7 militares inseridos na Brigada Espanhola

A Força Naval comporta navios da Alemanha, Grécia, Turquia, Bangladesh e Indonésia, sendo alocadas áreas e subáreas no litoral libanês a cada um deles, de acordo com o planejamento efetuado pelo Estado-Maior comandado pelo contra-almirante Claudio Henrique Mello de Almeida. 

Troca de experiências

O Oriente Médio é uma região de conflitos históricos, mas Líbano e Brasil têm fortalecido suas relações a partir da troca de experiências profissionais.

Durante a missão, militares brasileiros também procuram contribuir para a formação e o adestramento da Marinha libanesa, que ainda está em fase de desenvolvimento de procedimentos e doutrinas.

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