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Defesa e Forças Armadas homenageiam os Mantenedores da Paz (Peacekeepers)

Publicado em Segunda, 30 de Maio de 2016, 17h25 | Voltar à página anterior


Duração: 2'13" | CONFIRA O ÁUDIO ANEXO

30/05/2016

REPÓRTER: O ministro da Defesa, Raul Jungmann, participou nesta segunda-feira, dia 30, da cerimônia alusiva ao Dia Internacional dos Peacekeepers, os Mantenedores da Paz, das Nações Unidas. O evento é uma homenagem aos homens e mulheres, conhecidos como boinas azuis, que contribuíram para a manutenção da paz ao redor do mundo. Para o ministro, o País tem participado desse processo de forma significativa ao longo das últimas décadas e um dos fatores de destaque do trabalho do militar brasileiro em missões de paz é a capacidade de diálogo com diferentes forças de várias nacionalidades.

SONORA: ministro da Defesa, Raul Jungmann: Isso faz com que o Peacekeepers do Brasil, as Forças do Brasil que estão realizando esse trabalho para ONU tenha uma capacidade ímpar de entender, dialogar, de coordenar e ao mesmo tempo de fazer uma relação extremamente bem-vinda com as populações dos países onde se realizam as missões de paz da ONU.

REPÓRTER: O Brasil já contribuiu para a formação dos contingentes de quarenta missões de paz da ONU, com o envio de cinquenta e um mil militares ao exterior. Atualmente, cerca de 100 mil capacetes azuis de diferentes nacionalidades atuam sob a égide da ONU, em busca do fim das hostilidades por meio pacífico. Desse total de militares que participam de missões de paz, mil e duzentos são brasileiros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Para Jungmann, a liderança do Brasil na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti, tem sido motivo de reconhecimento internacional, assim como o comando brasileiro na Força-Tarefa Marítima da Força Interina no Líbano - Unifil.

SONORA: ministro da Defesa, Raul Jungmann: Defesa para o Brasil é destino. Com as nossas dimensões, com a população e com os recursos que nós temos, a defesa sobre ser uma necessidade é também destino, e isso significa que nós não podemos nos furtar a ter um papel no conselho das nações, de ter um papel global. Daí que, nós temos, por dever e obrigação, atender o chamamento da ONU onde for necessário, e contribuir para a paz e estabilidade dos países que estiverem vivendo ou que estejam vivendo em situação de conflito.

Reportagem: Aline Reis
Locução: Fabrício Lázaro

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